Ansiedade, o mal do século, suas influências e manifestações na infância e na adolescência

Você sabe o que é ansiedade?

A ansiedade é caracterizada como um sentimento inespecífico em relação ao desconhecido e a ameaça do bem estar. Engloba manifestações somáticas, fisiológicas e psíquicas, e torna-se patológica quando ocorre de maneira exagerada, interferindo diretamente na qualidade de vida e no desempenho de atividades diárias do indivíduo.


A ansiedade afeta as crianças?

Sim, o transtorno pode afetar pessoas em qualquer fase da vida. A manifestação da ansiedade na infância pode variar de acordo com a idade, sexo e principalmente o local em que ela está inserida na sociedade. Crianças que sofrem com essa condição enfrentam dificuldades nas relações interpessoais e no desenvolvimento escolar, o que pode ter consequências graves no futuro.


Transtorno de ansiedade de separação, o que é?

É o mais comum entre crianças e adolescentes. Sendo caracterizada pela ansiedade exagerada frente à situações que envolvam o distanciamento da família. Pode aparecer depois de uma experiência de estresse ou violência. Se não tratada, pode ser combinada a outros transtornos, principalmente o pânico.


Qual é o sentimento e comportamento dessas crianças?

Temem com o não reencontro com os pais e costumam ter pensamentos negativos que expliquem o afastamento com seus familiares. Buscam sempre a companhia dos pais dentro da própria casa, e muitas vezes comportam-se como “sombra”. Não conseguem dormir sozinhos e podem apresentar alguns sintomas físicos, tais como a dor de cabeça, tontura e vômitos.


Transtorno de ansiedade generalizada, o que é?

É uma condição em que principalmente adolescentes sofrem com preocupação e ansiedade todos os dias somada a dificuldade de concentração, irritabilidade e desordem do sono, mesmo sem nenhum motivo aparente.


Qual é o sentimento e comportamento dessas crianças?

Insegurança, demonstrando principalmente em seus desempenhos a insatisfação. Buscam sempre pela aprovação dos pais e a perfeição. É importante estarmos sempre dispostos a conversar com nossas crianças e principalmente não invalidar seus sentimentos, acolhendo da melhor maneira possível para evitar maiores danos futuros.

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