IAM : Um olhar sobre os fatores de risco

O infarto agudo do miocárdio (IAM), caracteriza-se como um fundamental empecilho da saúde pública brasileira, manifestando elevados valores de incidência e morbimortalidade. O índice de mortalidade no Brasil situa-se entre os mais significativos do mundo.

O conceito de infarto do miocárdio indica sobretudo a morte de cardiomiócitos que a princípio, na presença de isquemia abrange a supressão do relaxamento do músculo liso, com decorrente carência da contratilidade.

Caso uma obstrução exceda 80 % do lúmen, e o complexo de artérias tributárias seja insatisfatório, o fluxo remanescente estará tão escasso que se torna inábil, inclusive na nutrição basal.

Incluído em um complexo de perspectivas relacionadas com a duração da evolução, nota-se progressiva agressão demonstrada pelas regiões de isquemia, lesão e necrose consecutivamente, o que designa a sintomatologia.

O IAM afeta principalmente o sexo masculino. Somado a isto, nas mulheres, os sintomas não são característicos de patologias cardíacas, ao passo que, nos homens, a sintomatologia é clássica.

O diagnóstico nas mulheres tende a ser em idades tardias. Após os 70 anos, a divergência da ocorrência do episódio entre os gêneros inclina-se a reduzir. Em contraposição, os óbitos por IAM, que ocorreram antes dos 65 anos, foram maiores na população masculina.


Redator: Guilherme Caldin Porto

Revisora: Fredericka Strickert




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